Quatro perguntas necessárias para adotar um pet

A adoção de um animal é um passo muito importante para a família. Ter um pet é uma responsabilidade muito grande. É preciso lembrar que ele tem necessidades especiais e precisa, além de atenção, de cuidados para manter sua saúde e não se tornar vetor de doenças indesejadas.

Além disso, é preciso pensar se a família está preparada para receber este animal. O carinho, atenção e amor ao bichano devem ser resultado da interação com ele.

Devemos fazer algumas perguntas quando vamos adotar um animal. E as respostas, claro, vão lhe guiar a qual animal adotar, onde, o que é preciso e o que levar em consideração. Por isso, veja 4 perguntas essenciais que devem ser feitas antes de adotar um pet.

Qual o melhor? – É possível encontrar todo tipo de animal para adoção, não apenas cães e gatos. No entanto, o presidente da ONG ARCA Brasil, Marco Ciampi, encoraja a adoção só desses dois tipos. “Outros animais têm demandas próprias e necessitam de atenção especial. Nunca adote animais silvestres”. Quanto à raça dos bichos, não existe uma melhor que outra. É mais comum encontrar vira-latas procurando lares. (FOTO: Shutterstock Images)
O que devo fazer antes de adotar? – Lembre-se de que todo animal de estimação vive cerca de 12 anos. Converse com sua família: todos devem se comprometer a cuidar dele por esse período. A família tem recursos para mantê-lo? Ele deve ser alimentado adequadamente (com ra- ção, e não restos de comida) e ir ao veterinário pelo menos uma vez ao ano. O pet precisa se exercitar, passear e se divertir, além de receber carinho. Apesar disso não custar nada, é importante ter tempo para atender às necessidades dele. Só adote um animal se tiver certeza que poderá cuidar dele da maneira adequada. (FOTO: Shutterstock Images)
Animais adultos ou filhotes? – Embora a adoção de animais crescidos costume ser menos desejada, é mais econômica e tranquila. Além de dispensar gastos que se teria com filhotes, os pets são mais calmos e costumam dar menos trabalho com latidos e “rebeldias”. Alguns desses animais têm uma história de muito sofrimento e podem ter sido traumatizados por antigos donos, demonstrando medo de pessoas ao serem adotados. É importante compreender o motivo desse comportamento e se esforçar para que ele confie em quem o adotou. “É preciso sensibilidade e conhecimento sobre o comportamento animal para curar feridas da alma. Em casos mais graves, será necessário o auxílio de um adestrador para reabilitá- lo completamente”, orienta o presidente da ARCA. (FOTO: iStock.com/Getty Images)
Onde posso encontrar? – Veja se o Centro de Controle de Zoonoses de seu município dispõe de animais para adoção. Pet shops, feiras de adoção e clínicas veterinárias reúnem diversas opções. Além disso, veterinários são uma fonte segura para adquirir bons animais. (FOTO: Shutterstock Images)

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