Ossos de cão de 1.800 anos são descobertos bem conservados em Roma

A construção da nova linha C de metrô em Roma, na Itália, revelou algumas surpresas. Enquanto escavavam, os romanos encontraram vestígios de construções que datam do século 3 d.C. Entre eles, foram achados os restos mortais de um cachorro que provavelmente pereceu em um incêndio ocorrido 1.800 anos atrás.

Os vestígios foram descobertos dez metros abaixo do solo perto das Muralhas Aurelianas em maio, mas só agora foram revelados. O sistema metroviário romano quase sempre precisa interromper suas expansões justamente pelos constantes tropeços em ruínas e antiguidades guardadas no solo.

Segundo o ministério da cultura italino, a cena lembra um pouco os restos de Pompeia, cidade que foi destruída pelas cinzas do Monte Vesúvio no ano 79 d.C.

Para os especialistas, a estrutura onde o cão se encontrava pode ter sido uma mansão de um aristocrata da época ou então parte de um edifício militar já descoberto em 2016. Os pesquisadores explicam que o fogo endureceu os objetos e ajudou a preservá-los.

“A descoberta de um teto de madeira carbonizado é algo único na história de Roma”, afirmou o ministro da cultura italiano, Dario Franceschini.

Fonte: Site Galileu

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