O que não se pode fazer ao transportar seu pet em um veículo

Não há legislação que especifique como transportar animais de estimação no carro, apenas normas sobre o que não é permitido fazer com os animais a bordo. Limitar a movimentação do pet é importante, pois conduzir com o bichinho no colo ou à esquerda do motorista, junto à porta, é infração média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Deixar que o cão fique com parte do corpo fora do carro (algo comum de se ver nas ruas) é infração grave, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos.

O mais indicado é que o animal viaje preso a algum dispositivo de segurança que impeça sua movimentação na cabine.

Os menores, cães pequenos ou gatos, podem viajar dentro de uma caixa apropriada, enquanto os de porte médio vão com uma coleira especial, que se ata ao fecho do cinto de segurança. Isso vai evitar que, em caso de acidente, o animal seja projetado à frente ou “voe” por dentro do carro, sofrendo ferimentos ou causando danos físicos aos outros ocupantes.

Os de maior porte podem viajar até no porta-malas, mas essa alternativa só é viável em peruas, monovolumes ou utilitários-esportivos, que têm região do bagageiro integrada à cabine. Porta-malas fechado, jamais, pois o animal pode se sufocar com o calor.

Para que o animal viaje com conforto, é importante evitar horários muito quentes, já que eles sofrem bastante com o calor. Além disso, pare regularmente para que o pet possa andar, comer e fazer suas necessidades livre do balanço do carro.

Vale forrar os bancos para evitar que eventuais vômitos sujem o estofamento. Para evitá-los, é bom interromper a alimentação do animal cerca de duas horas antes da partida de uma viagem mais longa, o que reduz as chances de um incidente.

Se for sair do país durante a viagem, é preciso estar com a documentação do animal em dia, com registro e carteira de vacinação.

Fonte: Estadão

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