O gigante São Bernardo

Essa raça ficou mundialmente conhecida como um cão de salvamento em regiões frias, como os Alpes suíços e tantas outras regiões geladas. No século XVII, o São Bernardo era muito usado como cão de guarda e para puxar carroças, porém começaram a apresentar desempenho diferenciado para localizar viajantes perdidos na neve profunda. Ao encontrar uma pessoa, ele lambia o rosto da vitima e se deitava ao lado dela, acordando e aquecendo a pessoa. Durante séculos eles foram utilizados para esta finalidade.

Atualmente é impossível não relacionar a raça a grandes sucessos de Hollywood como o atrapalhado e adorável Beethoven dos anos 90. De temperamento calmo, é muito paciente com crianças e fiel aos donos. Precisa de espaço e atividade física diária,  mas não dispensa companhia. Na ausência do dono, não mede esforços para afastar estranhos de seu território, motivo pelo qual também é considerado um cão de guarda.

Com aproximadamente 60 a 70 cm de altura (em apoio de 4 patas), pesam em média 60 a 75 kg, porem alguns machos podem chegar a 100 kg. Necessitam de atenção especial a problemas ortopédicos, gástricos e oftálmicos. Como outros exemplares de raças gigantes, o São Bernardo necessita de alimentação e acompanhamento especial principalmente nos primeiros 11 meses de vida. Durante a vida toda, a alimentação deve ser fracionada em 3 a 4 porções diárias para evitar problemas graves como a torção gástrica. A frequência de banhos pode ser mensal, salvo na presença de algum problema dermatológico especifico, porem a escovação deve ser frequente e realizada no mínimo 2 vezes por semana. Estabanado, assim como retratado no filme, pode render boas risadas com suas trapalhadas.

Fonte: Época

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