Animais ameaçados ganham retratos para ‘Arca’ fotográfica

O fotógrafo americano Joel Sartore é o fundador do projeto “Photo Ark”. A ideia é retratar, em estúdio, animais ameaçados antes que eles desapareçam.

Hoje o projeto Photo Ark já conta com mais de 5 mil fotos de espécies diferentes. Sartore quer chegar a 12 mil espécies – sempre usando os recursos de iluminação de estúdio, com fundos em preto ou totalmente brancos.

O projeto Photo Ark já registrou com mais de 5 mil fotos de espécies diferentes. Este maçarico-grande-de-perna-amarela é do zoológico de Tulsa.
O projeto Photo Ark já registrou com mais de 5 mil fotos de espécies diferentes. Este maçarico-grande-de-perna-amarela é do zoológico de Tulsa.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Algumas espécies estão se saindo melhor que outras. A rã-touro-americana é nativa do leste dos EUA, mas se espalhou para quase todos os Estados, exceto Dakota do Norte. Esta rã não apenas come outras rãs mas também compete com outros animais pelo alimento. Este exemplar foi fotografado em Nebraska.
Algumas espécies estão se saindo melhor que outras. A rã-touro-americana é nativa do leste dos EUA, mas se espalhou para quase todos os Estados, exceto Dakota do Norte. Esta rã não apenas come outras rãs mas também compete com outros animais pelo alimento. Este exemplar foi fotografado em Nebraska.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Análises sugerem que uma em cada seis espécies do planeta pode ser extinta se nada for feito para enfrentar o aquecimento global. As populações de raposa-do-ártico normalmente variam de ano a ano, mas estudos indicaram que raposas-vermelhas, maiores e mais agressivas, estão migrando para o norte em busca de comida e ameaçando esta espécie. Esta raposa retratada é de um zoológico em Kansas, nos EUA.
Análises sugerem que uma em cada seis espécies do planeta pode ser extinta se nada for feito para enfrentar o aquecimento global. As populações de raposa-do-ártico normalmente variam de ano a ano, mas estudos indicaram que raposas-vermelhas, maiores e mais agressivas, estão migrando para o norte em busca de comida e ameaçando esta espécie. Esta raposa retratada é de um zoológico em Kansas, nos EUA.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Alguns animais demonstram adaptações de comportamento devido a mudanças no ambiente como aumento de temperatura e diminuição da água. O rato-canguru faz tocas subterrâneas onde é mais fresco durante o dia e sai durante o dia. Acima, a espécie fotografada no zoológico Fort Worth, no Texas.
Alguns animais demonstram adaptações de comportamento devido a mudanças no ambiente como aumento de temperatura e diminuição da água. O rato-canguru faz tocas subterrâneas onde é mais fresco durante o dia e sai durante o dia. Acima, a espécie fotografada no zoológico Fort Worth, no Texas.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

O eider-de-óculos migra para a costa do Alasca e o nordeste da Sibéria para se reproduzir na primavera, fazendo ninhos perto de lagos. Há informações de queda de 96% desta população no Alasca e, com isso, a importância da pesquisa e conservação deste pato aumentou. Acima, dois destes patos do Alaska Sealife Centre, Seward.
O eider-de-óculos migra para a costa do Alasca e o nordeste da Sibéria para se reproduzir na primavera, fazendo ninhos perto de lagos. Há informações de queda de 96% desta população no Alasca e, com isso, a importância da pesquisa e conservação deste pato aumentou. Acima, dois destes patos do Alaska Sealife Centre, Seward.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Se as emissões de gases de efeito estufa continuarem na mesma taxa atual - e as temperaturas aumentarem em quatro graus - 16% dos animais e plantas serão perdidos, segundo uma análise feita por Mark Urban, da Universidade de Connecticut, nos EUA. Na foto acima, um pinguim do aquário de Newport, em Kentucky.
Se as emissões de gases de efeito estufa continuarem na mesma taxa atual – e as temperaturas aumentarem em quatro graus – 16% dos animais e plantas serão perdidos, segundo uma análise feita por Mark Urban, da Universidade de Connecticut, nos EUA. Na foto acima, um pinguim do aquário de Newport, em Kentucky.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

O fotógrafo americano Joel Sartore é o fundador do projeto Photo Ark da National Geographic. A ideia é retratar animais ameaçados antes que eles desapareçam. Um dos exemplos é este tigre-de-bengala, clicado no zoológico americano Alabama Gulf Coast Zoo.
O fotógrafo americano Joel Sartore é o fundador do projeto Photo Ark da National Geographic. A ideia é retratar animais ameaçados antes que eles desapareçam. Um dos exemplos é este tigre-de-bengala, clicado no zoológico americano Alabama Gulf Coast Zoo.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Uma seleção maior de espécies vai aparecer na edição especial de novembro da 'National Geographic' sobre mudança climática. Mas as fotos também podem ser vistas nestes sites: natgeo.com/climate e natgeophotoark.org. Estes lêmures clicados por Sartore são de um zoológico da Flórida.
Uma seleção maior de espécies vai aparecer na edição especial de novembro da ‘National Geographic’ sobre mudança climática. Mas as fotos também podem ser vistas nestes sites: natgeo.com/climate e natgeophotoark.org. Estes lêmures clicados por Sartore são de um zoológico da Flórida.

Foto: Joel Sartore/National Geographic / Divulgação

Fonte: Portal Terra

Deixe uma resposta